Uma linha chilena cortou a asa de um avião após a decolagem em Atibaia, no interior de São Paulo, e provocou vazamento de combustível. Segundo o relato do piloto, o dano foi percebido durante o voo.
O caso foi publicado em 22 de outubro de 2026 e chama atenção para os riscos de linhas usadas para empinar pipas perto de aeronaves. O uso de linhas chilenas é proibido, segundo a informação divulgada na reportagem.
O piloto e a aeronave estiveram envolvidos no incidente em Atibaia. Após notar o corte na asa direita, ele decidiu seguir para Bragança Paulista, onde o avião pousou em segurança.

O relato também menciona uma colisão de pássaro com uma aeronave no Recife, em Pernambuco, e alerta da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) sobre objetos que podem comprometer voos. Os episódios abordam riscos à segurança aérea e a atuação das tripulações diante de ocorrências.
Corte na asa e pouso em Bragança Paulista
Após perceber o dano, o piloto verificou que havia vazamento de combustível. O tanque esquerdo ainda permitia cerca de 30 minutos de voo, dado considerado na decisão de prosseguir até Bragança Paulista.
O relato divulgado informa que a aeronave conseguiu pousar em segurança no município. A margem de combustível disponível no tanque esquerdo foi um dos elementos mencionados sobre a situação enfrentada durante o trajeto.
Ao comentar o episódio, o piloto afirmou: “Se um objeto tão pequeno pode fazer isso, imagine o perigo”. A declaração relaciona o tamanho reduzido da linha chilena à possibilidade de causar danos a uma aeronave.
Linhas chilenas e outros riscos à segurança dos voos
O uso de linha chilena em avião representa risco porque esse tipo de linha é feito com vidro ou metal e pode atingir asas ou hélices. A utilização é proibida, segundo a informação divulgada, devido ao perigo para aeronaves e pessoas.
Outro episódio citado ocorreu no Recife, em Pernambuco, quando um pássaro atingiu o motor de uma aeronave após a decolagem. A colisão provocou problemas na turbina, e o avião retornou ao aeroporto de origem depois de voar por 30 minutos para reduzir o peso antes do pouso.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) adverte que objetos pequenos, como pipas ou aves, podem comprometer a segurança de voos comerciais. As tripulações recebem treinamento para lidar com emergências, enquanto as autoridades analisam ocorrências e monitoram novos casos.


