O risco de alagamentos em Atibaia levou o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) a incluir a cidade em seu painel de alertas em 12 de outubro de 2026. A previsão indicava mais chuva para o município.
Nas 48 horas anteriores à publicação da notícia, a estação do Jardim Maracanã registrou o maior volume de chuva da cidade: 33 milímetros. A continuidade das precipitações poderia elevar o risco, segundo as informações divulgadas.
Parque das Nações, bairro da Ponte, Jardim Kanimar e Caetetuba estão entre as regiões que historicamente sofrem com alagamentos. A preocupação envolve também a área próxima ao Rio Atibaia.

A Prefeitura informou que a Defesa Civil acompanha as condições meteorológicas e hidrológicas, incluindo o nível do rio. Em 13 de outubro, uma gravação feita às 5h30 mostrou nuvens carregadas sobre a cidade, cuja formação foi avaliada por um meteorologista.
Alerta do Cemaden e regiões com histórico de alagamentos
O Cemaden incluiu Atibaia no painel de alertas em 12 de outubro, pouco antes das 17h. A indicação considerou o risco de alagamentos associado à previsão de novas chuvas.
O volume de chuva medido no município não foi considerado elevado. Ainda assim, a continuidade das precipitações poderia favorecer o acúmulo de água e deixar o solo encharcado.
O alerta ocorre em uma cidade com pontos que historicamente registram alagamentos, entre eles áreas próximas ao Rio Atibaia. A previsão de mais chuva era, portanto, um fator adicional de preocupação para esses locais.
Monitoramento da Defesa Civil e nuvens registradas em Atibaia
Segundo a Prefeitura, a Defesa Civil acompanha os índices pluviométricos e as condições hidrológicas do município. O monitoramento inclui a observação do nível do Rio Atibaia.
O trabalho municipal também considera a situação da represa da usina e o gerenciamento das comportas. A orientação da Prefeitura é comunicar situações de risco à Defesa Civil pelo telefone 199.
Uma gravação enviada pelo aplicativo Vanguarda Repórter registrou nuvens sobre Atibaia às 5h30 de 13 de outubro, em imagens aceleradas pela técnica de time-lapse. Um meteorologista consultado avaliou que a formação poderia ser uma nuvem-rolo ou uma nuvem-prateleira, fenômenos associados a tempestades que podem vir acompanhadas de ventos fortes.


